sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Sol quente Areia cristalina, Praia, corpo transparente Ondas banham em espuma Rochas banhadas de espuma na costa Vegetação na encosta Gente de toda parte de Bariloche a Punta del Este Tanto sol, quanto mar Na canção do tempo Parapentes dançam no ar Corpos bronzeados ao vento Tanta vida, na Ilha de Floripa Pedra turmalina Broche ametista Brinco de princesa... Da Lagoa da Conceição Barcos ancoram até a costa Garças em um grande turbilhão Cachoeiras, trilhas e uma mata nativa Do Costão do Santinho À Ilha do Campeche paradisíaca Ieróglifos nas rochas do povo açoriano Seus primeiros habitantes e suas marcas Do simpático e campeão Guga, o tenista Ao desafio dos surfistas na Praia da Joaquina Ao caldeirão do Avaí, aprontando na Ressacada Esta Ilha cativa os visitantes, pois é fantástica.. AjAraujo
AS BRUXAS Florianópolis também é conhecida como “a ilha da magia”, e não é a toa. O mito da bruxa é tão antigo como a atual Santa Catarina. De uma forma geral, acredita-se que as bruxas vieram para Florianópolis, na época da colonização açoriana, de navio, quando estas, junto de escravos negros e pessoas doentes, eram banidas da Europa. Também acreditava-se que a sétima filha mulher de um casal, seria bruxa, a menos que fosse batizada pela irmã mais velha. Os antigos contam que a bruxa era má. Suas vítimas eram sempre crianças, animas pequenos, lavouras em crescimento. É o que dizem os moradores mais antigos na ilha. Outros contam que, para descobrir uma bruxa é muito simples: tira-se todos os móveis da sala da casa, e aí, bem no meio, a dona da casa deve repetir três vezes, bem alto o nome da mulher que ela acha que é bruxa e que é vizinha ou está por perto. Daí a pouco, se esta mulher é mesmo bruxa, vai aparecer e perguntar, fingindo inocência: "A senhora me chamou, vizinha?". E o melhor mesmo, segundo os moradores da ilha, é rezar o Pai-Nosso e a Ave-Maria toda sexta-feira às 18:00h, e andar sempre com alho no bolso, para proteção, pois a bruxa de hoje não tem qualquer aparência especial. É uma mulher comum, que pode ser até uma moça bonita, não voa em vassoura e não tem chapéu pontudo. Segundo Franklin Cascaes (grande pesquisador das lendas de Santa Catarina) estas bruxas atuais são mais perigosas... Fonte: http://www.oisaojose.com.br/oiout/daredacaout.htm

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Amo olhar o imenso areal parado no tempo, Gaivotas sobrevoando, asas largas debatendo, riscando o céu em vôos ignorados... Amo os pássaros que semeiam cantos, que vem em bandos, depois partem não sei para onde. Mas deixam a paz e aos ouvidos o insistente canto. Amo o som do mar, alegria vadia a invadir a areia, passando, fluindo, cantando, sem parar... Amo abraçar o vento, leve como o pensamento, carregar conchas e sonhos, pensar que aqui sou feliz. Se o tempo pesa nos ombros, confesso minha exaustão, mas faço um novo poema para divertir a tristeza, no final das contas a vida é boa e sonhos...bem, sonhos são feitos para serem sonhados à toa... Sônia Schmorantz

terça-feira, 1 de janeiro de 2013