segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O inverno trouxe de volta o pouso de brancas gaivotas. Voando reunidas, como bando de náufragos, recurvam-se ao sol na rota entre céu e mar, pairando com graça sobre a vida. Asas inquietas como sonhos ao vento, são vertentes de poesia num impulso sobre o mar. Infinito poema de amor, palavras/asas seduzidas pelo vento, unidas no vagar da vida, como um grito de gaivota... Sônia Schmorantz

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